Prova objetiva
Foram 100 questões. Não havia desconto por erro, e o mínimo informado no edital de 2018 era de 180 pontos.
Lançamento técnicoPré-edital · Auditor Fiscal de Tributos I
O novo concurso para Auditor Fiscal está autorizado, mas o edital ainda não saiu. O histórico mostra alta concorrência e cadastro de reserva totalmente aproveitado.
O concurso Prefeitura de São Luís 2025 já oferece uma escolha concreta: construir saldo técnico antes da publicação ou esperar as regras definitivas e disputar a preparação com menos tempo.
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Livro de lançamentos oficiais
O primeiro lançamento está confirmado: o próximo concurso para Auditor Fiscal de Tributos da Prefeitura de São Luís foi autorizado e tem comissão constituída. Isso ainda não equivale a edital publicado.
Em pré-edital, separar documento confirmado de expectativa evita transformar referência histórica em regra futura.
Referência de método
O certame anterior ofereceu 8 vagas para a Área de Abrangência Geral e 2 para Tecnologia da Informação. A remuneração inicial era de R$ 10.181,24 para jornada de 30 horas, formada por vencimento-base de R$ 5.090,62 e adicional de função tributário de 100%.
Na inscrição histórica, foram registrados 4.887 candidatos na Área Geral e 341 em TI. A nota de corte na ampla concorrência ficou em 82,6%. Esses números dimensionam a disputa anterior, mas não antecipam as regras do próximo edital.
Mapa de pressão do ISS
A atuação do Auditor Fiscal ganha concretude quando a cidade é lida como fluxo: atividades de serviços circulam pela ilha e chegam à fiscalização, à legislação municipal e à apuração tributária.
Esse vínculo ajuda a dar prioridade inteligente à Legislação Tributária Municipal sem reduzir o estudo a uma única disciplina. No edital anterior, ela conviveu com Português, raciocínio, matemática, estatística, orçamento, contabilidade jurídica e diferentes ramos do Direito.
Demonstrativo das duas áreas
A bifurcação histórica orienta a estratégia de preparação, mas não confirma como o próximo concurso distribuirá vagas ou conteúdos.
Fechamento em três fases
O demonstrativo histórico não fechava apenas com acertos de múltipla escolha. A preparação integral precisava alcançar resposta dissertativa, decisão aplicada e patrimônio acadêmico.
Foram 100 questões. Não havia desconto por erro, e o mínimo informado no edital de 2018 era de 180 pontos.
Lançamento técnicoDuas questões dissertativas e uma peça prática, com parecer ou decisão prática. O mínimo informado era de 50 pontos.
Parecer e aplicaçãoA formação acadêmica integrou a seleção como etapa própria no concurso anterior.
Patrimônio acadêmicoA Fundação Carlos Chagas foi a banca de 2018. Seu padrão histórico combinou múltipla escolha, textos extensos, legislação aplicada e alternativas próximas. A preparação de referência passa por lei seca, questões da FCC, interpretação em Língua Portuguesa — inclusive reescrita de frases — e transformação de dispositivos jurídicos em casos concretos.
Como ainda não há banca definida para o novo certame, isso deve ser tratado como hipótese de treino, não como confirmação. Para conhecer mais perfis, consulte a área de bancas organizadoras.
Virada da apuração
O edital anterior já oferece um ponto de partida. O próximo passo é organizar a ordem sem confundir referência histórica com regra futura.
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1 de 9: Plano de Estudo
O edital virou estudo.
Saldo histórico
A oferta inicial reduzida não encerrou a história daquele concurso. As 146 convocações mostram que São Luís já chamou muito além das vagas imediatas quando precisou recompor a fiscalização tributária.
Esse resultado não promete repetição no próximo certame. Ele serve como evidência contextual para não limitar a preparação às vagas imediatas que vierem a ser anunciadas.
Fechamento antecipado
A decisão útil agora não é adivinhar o edital. É consolidar o que tende a exigir mais tempo e manter espaço para a correção de rota.
A inscrição anterior custou R$ 200,00 e previa isenção para doador de sangue e candidato de baixa renda e/ou desempregado, conforme a documentação exigida naquele edital. Taxa, prazos, requisitos e isenções do novo concurso ainda podem mudar.
Quando houver publicação, a conferência deve ser feita no site oficial da banca organizadora. Em 2018, as inscrições ocorreram pelo portal da Fundação Carlos Chagas.
Próximo lançamento
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Conferência final
As respostas distinguem o que está confirmado, o que pertence ao último edital e o que ainda depende de publicação oficial.
Ainda não há data informada. O próximo concurso foi autorizado em novembro de 2025 e conta com comissão constituída, mas o edital ainda não foi publicado.
Os dados disponíveis tratam do cargo de Auditor Fiscal de Tributos I, nas áreas de Abrangência Geral e Tecnologia da Informação.
Sim, como ponto de partida. O edital de 2018 mostra as disciplinas e o formato da seleção, mas o novo edital pode alterar conteúdos, vagas, banca e regras.
O número de vagas do próximo concurso ainda não foi informado. O último edital teve 10 vagas imediatas.
Foram 4.887 inscritos para a Área Geral e 341 para TI. A concorrência histórica foi de 610,88 e 170,50 candidatos por vaga, respectivamente.
Houve prova objetiva de 100 questões, prova discursiva com duas questões e uma peça prática, além de avaliação de títulos.
No edital de 2018, era necessário alcançar pelo menos 180 pontos na prova objetiva e 50 pontos na prova discursiva.
Sim. Foram 146 convocações, 77 posses e esgotamento do cadastro de reserva.